terça-feira, 24 de fevereiro de 2015

VOLTANDO A FALAR DOS OLHOS FUMEGANTES E TERRÍVEIS DA NOITE “Nossa luta não é contra as pessoas, mas contra os poderes e autoridades"



Alguns destes anjos atualmente fundaram a Sociedade Secreta dos Espíritas Anônimos justamente para também protegerem as pessoas contra a ação dos Olhos Terríveis e Fumegantes da Noite e têm como lema principal as palavras escritas em Efésios 6:12.

“Nossa luta não é contra as pessoas, mas contra os poderes e autoridades, contra os dominadores deste mundo de trevas, contra as forças espirituais do mal nas regiões celestiais”.

Todas as forças espirituais do mal, encontraram guarida nas regiões onde Deus foi trocado pela tecnologia fácil e pelos prazeres mundanos degenerados.

Assim como os anjos do Senhor, que fazem parte da SSEA, os anjos caídos também circulam entre os humanos como se fossem um deles.

Apenas pessoas iluminadas e autorizadas por Deus, reconhecem os anjos e também os demônios. Essas pessoas trabalham auxiliando a Sociedade Secreta dos Espíritas Anônimos na descoberta e perseguição destes seres horripilantes que trazem pânico e perigo às pessoas menos avisadas.

Assim como os anjos, esses demônios se misturam à multidão e se parecem com qualquer pessoa comum, por isso, são tão perigosos. Eles podem tanto estarem sentados à mesa ao lado ou passando despercebido no meio da multidão.

Pode ser o indivíduo perdido, pedindo informações ou o guarda de trânsito solicito. Pode ser aquele que se oferece para ajudar ou abrir a porta para uma senhora, ou então aquele que se levanta para dar lugar a um idoso, ou a uma gestante.

Quando o personagem Drácula foi inventado pelo escritor Bram Stoker, veio com ele a figura do caçador de vampiros.

Como sabemos esse personagem foi criado por um dos membros da SSEA para tirar a atenção das pessoas da real figura, ou seja, o nosso terrível Olhos Fumegantes e Terríveis da Noite e dos anjos do Senhor que os perseguem por toda a eternidade, salvando e evitando ataques destes seres horripilantes e terríveis, que perseguem os humanos para exterminá-los como vingança ao destino que Deus lhes deu.

 

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2015

ASSASSINATO À BEIRA MAR - 12º EPISÓDIO - pegou a bolsa e a máquina fotográfica e se dirigiu para o estacionamento do jornal,



Imediatamente após deixar o seu recado, ele saiu e voltou para sua sala, arrumou a bagunça que estava sobre a mesa, pegou a bolsa e a máquina fotográfica e se dirigiu para o estacionamento do jornal, onde estava seu carro e de onde partiria para essa perigosa diligência, por isso não percebeu os gestos obscenos que o Viana fazia pelas suas costas enquanto saia.
O jornalista não percebera nada, mas Hélio, o rapaz encarregado do almoxarifado viu tudo, quando entregava na seção ao lado alguns pedidos de material de escritório. Viu também quando o Viana logo depois pegou o telefone e fez uma ligação enquanto olhava o relógio como se estivesse marcando um encontro com alguém. Ele não titubeou, como era muito amigo de João Fernandes correu para ver se o encontrava ainda em sua sala, como a sala estava trancada, pensou logo no estacionamento.
Correu para lá e o encontrou já fazendo manobra para sair.
― João, João... espere. Gritou ele. Olha...Foi logo falando todo afobado. ...eu vi quando você saiu da sala do Viana e vi também os gestos obscenos que ele fez na tuas costas. Esse cara não presta. Toma cuidado com ele. Completou.
― Hélio, não se preocupe. Eu vou checar uma denúncia lá pelos lados de Rosário. Quero que você fique por aqui e me dê cobertura. Certo amigão... estendeu o braço e bateu a mão espalmada na mão do outro saindo em seguida. Outra coisa, eu sou repórter investigativo e correr risco faz parte da profissão, está no sangue.
     João não era autoritário, mas a sua presença era impregnada de segurança.
O almoxarife ficou por ali um pouco até que o outro desaparecesse por entre os prédios e tomasse o rumo da Avenida Jerônimo de Albuquerque, depois entrou. No corredor principal deu de cara com o Viana que fez que não o viu e quase o derrubou com tanta pressa que estava. Os dois bateram ombro com ombro e Hélio levou a pior porque o outro era mais forte. Ficou sentindo o ombro dolorido por muito tempo. Ele parou para curtir a dor e ficou olhando o redator chefe da Seção de Classificados sair pela porta afora. Então, voltou-se e correu para ver o que ele ia fazer, já que este corredor dava acesso à rua em frente ao jornal e não ao estacionamento. Hélio ficou por ali, fingindo conversar com a moça da recepção enquanto olhava a rua em tempo de ver o Viana entrar em uma viatura da polícia que estacionara bem em frente ao portão de entrada. Ele ficou lá durante uns dois ou três minutos e depois saiu, olhou para todos os lados, desconfiado, contornou o prédio pelo lado de fora e se dirigiu ao estacionamento.
João por sua vez estava a caminho de Rosário, dirigia com calma, não tinha muita pressa para chegar, enquanto dirigia ia pensando em como fazer para flagrar os criminosos, tirar muitas fotos e depois voltar sem ser visto por eles. Ia nesses pensamentos que nem percebeu quando uma viatura policial de São Luís o ultrapassou, se dirigindo em alta velocidade para o mesmo destino que ele. Depois de quase uma hora de viagem, finalmente atravessou a ponte sobre o Rio Itapecuru, já saindo da cidade, mas ainda dentro dos limites de Rosário, não percorreu 10 quilômetros quando foi parado por uma barreira policial. Encostou o carro e o soldado pediu para que ele saísse do veículo.

domingo, 8 de fevereiro de 2015

VOLTANDO A FALAR SOBRE OS OLHOS TERRÍVEIS E FUMEGANTES DA NOITE.




Os anjos caídos também foram condenados a nunca poderem se deitar com mulheres humanas. Também não poderiam ter filhos com ela. Deus tirou-lhes esta faculdade, tornando-os estéreis e impotentes.  Além disso, tirou-lhes toda a capacidade de sentirem desejo ou atração por qualquer mulher.  Por causa disto, Lilith, mesmo das profundezas da escuridão eterna, jurou acabar com todos os descendentes de Adão.

Quando Deus mandou o dilúvio para acabar com toda a perversidade destes seres caídos e desta relação demoníaca entre anjos e mulheres da terra, os demônios que não tinham se encarnado como nosso terrível Olhos Fumegantes e Terríveis da noite e todos os seres demoníacos que povoavam a terra conseguiram pairar sobre as águas até que elas baixassem.

Como Deus havia desistido de acabar com toda a raça humana sobre a terra, então diante deste perigo, enviou seus anjos para protegerem os homens enquanto estes estivessem sobre a terra.

Estes anjos protetores que cuidaram dos humanos até os dias de hoje contra a ação demoníaca de muitos destes anjos caídos que se transformaram em demônios devoradores de almas, já foram profetas, reis e rainhas, apóstolos, padres, pastores e heróis, já conquistaram cidades que estavam em poder dos descendentes destes anjos caídos. Atualmente trabalham em entidades que protegem as pessoas contra aqueles que as exploram, seja como trabalhadores escravos ou em trabalhos mal remunerados e até mesmo cuidam daqueles que são perseguidos por causa de ideologias estranhas e demoníacas.

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2015

ASSASSINATO À BEIRA MAR - 11º Episódio - por causa de uma briga com outro colega do mesmo jornal.




João precisava deste caso, mas necessitava mais ainda conseguir desvendá-lo, era um caso de vida ou morte, ou mais precisamente, era a única maneira de conseguir manter seu emprego que estava por um fio, por causa de uma briga com outro colega do mesmo jornal.
O gerente do Jornal recebera uma grave denúncia do chefe da segurança do edifício. Ele encontrara João e outro jornalista, encarregado da seção de classificados engalfinhados, rolando no piso cimentado do estacionamento do Jornal. Os dois estavam muito machucados, eles estavam brigando, a princípio aos socos e pontapés, até que se agarram e caíram ao chão rolando de um lado para o outro.
Nenhum dos dois soube dizer por que estavam brigando. O outro tinha um cargo mais alto que João por isso estava menos ameaçado de ficar desempregado. 
Tudo começara, porque o jornalista estava encarregado de investigar um crime de assassinato no qual estavam também envolvidos alguns contrabandistas de armas, e que atuavam mais nas cidades do interior do estado.
Certo dia, João recebeu através de um informante que o esconderijo da quadrilha ficava na cidade de Rosário, já na estrada que vai para Morros, em um sítio próximo à estrada, conhecido como O Touro Negro, apesar de não existir nenhum gado sendo criado por lá.  Este foi justamente um dos detalhes que fez com que João também suspeitasse do local.
Algumas horas antes de pegar a estrada, para percorrer os quase 80 quilômetros que o separava do seu destino, foi até a sede do jornal para colocar o seu chefe a par do que iria fazer. No Jornal, não o encontrou, pois este ligara dizendo que não viria pela manhã, tinha alguns exames médicos para fazer. Não podia deixar um bilhete, pois poderia ser lido por qualquer pessoa, telefonar nem pensar, podia estar grampeado, então se dirigiu à outra seção, entrou, fechou a porta e com todo o cuidado comunicou ao Viana que era o chefe desta o que pretendia fazer.
― João, pode ficar sossegado, quando o Nascimento chegar eu passo o seu recado. Olha toma muito cuidado, esses caras são da pesada. Acho que você deveria comunicar isto à polícia, é mais seguro.  Não acha?
― Não, não! Polícia nem pensar. Segundo quem me passou a informação, parece que tem até um delegado metido nisso. Como meu informante não soube dizer o nome dele, eu não vou me arriscar. Respondeu João.